segunda-feira, 11 de julho de 2011
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domingo, 10 de julho de 2011
Não, [...]

domingo, 15 de maio de 2011
Idoso

Será que declarar a inépcia do idoso para determinados assuntos não é uma forma de camuflar uma possível xenofobia? Quanto o homem, em seu processo evolutivo, conseguiu se sobrepor aos animais irracionais que cuidam dignamente de seus idosos?
De acordo com o Estatuto do Idoso, é obrigação da família, do poder publico, da sociedade e da comunidade, assegurar-lhes o direito a vida, gozando da melhor forma todos os direitos fundamentais e inerentes à pessoa humana, desfrutando de todas as oportunidades e facilidades, para a preservação de sua saúde física e mental, intelectual, espiritual, e social em condições de liberdade e dignidade.
Sempre, de alguma forma, no reino animal, os filhotes ao nascerem, são cercados de cuidados, de atenção e proteção. Os gatinhos recebem varias lambidas, os leões aprendem a caçar, as aves colocam seus filhotes em baixo das asas. Conforme esses animais vão crescendo, os cuidados vão diminuindo progressivamente. Um pouco diferente dos animais, parece que nós, humanos, precisamos deste calor e atenção constantemente. Diversas pesquisas revelam que o contato físico, o toque, o olhar e a proteção transmitidos por gestos concretos, favorecem o desenvolvimento físico, psíquico e espiritual do humano. Então por que será que abandonamos,maltratamos, somos completamente negligentes em relação a nossos idosos a ponto de ter a necessidade de se criar um estatuto para preservar seus direitos?
Encarar nossos idosos, como velhos que estão apenas aguardando a morte, é um pensamento desprezível. Velho é aquele que perdeu a alegria de viver, a jovialidade,idoso é aquele que viveu muitos anos, uma causa degeneração do espírito, a outra a degeneração das células, como já dizia Charles Chaplin:“A coisa mais injusta sobre a vida é a maneirda como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso..."
Rostos enrugados, faces descoloridas, que muitas vezes carregam dentro de si a alma de uma criança que necessita um pouco de atenção. Mentes que muitas vezes procuram refugio no sono para realizar sonhos que lhes foram arrancados pelo tempo, enquanto você está tão preocupado consigo mesmo que não nota a suplica pedindo socorro, então acorda um belo dia sentindo tanto a falta de alguém, que a coisa que mais queria era abraça-la e é tarde demais, caso se queira ter algum valor para o resto da vida, não só enquanto ainda é jovem, não é necessário olhar de outra forma para os mais experientes?
“A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar
porque um belo dia se morre.”
(Clarice Lispector)
Idoso quando ainda aprende. É velho quando já nem ensina.
terça-feira, 10 de maio de 2011
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Papai, papai...
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Fil.

É comum vermos pessoas falando sobre a bondade de objetos artificiais ou independentes do trabalho humano. As vezes expressões como : “essa faca é boa” são utilizadas sem ao menos notarmos o valor moral que a demos. Se pararmos pra pensar porque dizemos que a faca é boa, chegaremos ao consenso de que é porque ela desempenha bem sua função ( de corte), porém até que ponto essa faca continuará sendo “boa” para nós?
Essa mesma faca, se usada por um psicopata para mutilar o corpo de alguém passará a ser uma faca ruim?
O uso de “boa” nessa expressão não possui nenhum significado moral, foi apenas um adjetivo utilizado para designar que a faca cumpre satisfatoriamente a necessidade humana concreta à qual serve. A faca não passa a ser ruim só porque foi utilizada para um ato criminoso, pelo contrário, ela continua sendo boa, pois desempenhou perfeitamente sua função de corte, a qualificação moral recai aqui no ato de assassinar, para o qual a faca serviu.
Objetos produzidos pelo homem, não encarnam valores morais, embora possam encontrar-se numa relação instrumental com esses valores, que existem unicamente em atos produzidos por humanos.
Mas até que ponto objetos, mesmo sem possuírem nenhum valor moral, podem ser fatores que influenciam diretamente na felicidade?
Ao pensarmos no conceito de felicidade, nos vêm em mente uma completa sensação de prazer e paz, então no decorrer da vida tentamos reviver momentos que nos trouxeram tamanha satisfação, fazendo que eles adquiram durabilidade eterna.
Será que a tão sonhada felicidade é apenas uma busca de momentos com uma maravilhosa pureza? Até que ponto a felicidade é uma utopia?
A felicidade se encontra na razão do homem, de forma que aqueles que sabem, passem seu tempo de maneira mais agradável do que aqueles que somente indagam.
Talvez esse seja o passo mais difícil para a criança, a busca por sua própria autonomia, porque enquanto você ainda não é autônomo, têm a possibilidade de transferir seus erros para outra pessoa, ( Fiz assim porque me mandaram, etc.) diferente de quando você se torna e é obrigado a responder por suas atitudes.
Talvez seja isso que esteja fazendo, cada vez mais os filhos saírem de casa mais tarde, o medo da autonomia e responder completamente por seus atos sem jogar a culpa em cima de ninguém.
O desejo é a própria essência do homem, na qual essa é concebida como a determinação de fazer algo de acordo com sua afeição, seja ela alegria, tristeza, inveja, contentamento, humildade ou vingança.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Explicação

Certa vez, li em algum lugar que as pessoas crescidas sentem necessidades de explicações, nunca compreendem nada sozinhas, e eh cansativo para as crianças dar essas explicações....
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
OBRIGADO TIA BEL!


vc SEMPRE estará cmg tia bel...
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Vida
Se vc for mauvado, vai acabar sozinho por ser mau...
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Cedo
Hoje, cansado, fui dormir mais cedo...